quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Inscrições Encerradas para a 20ª SindpdFest!

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Sem proposta de reajuste, trabalhadores da Cobra irão deliberar sobre greve

Sem proposta de reajuste, trabalhadores da Cobra irão deliberar sobre greve
via Sindpd

No último dia 17 de novembro, representantes de dezoito estados estiveram reunidos em Brasília para a 4ª rodada de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017 da Cobra Tecnologia. A negociação, porém, não obteve grandes avanços. Ao contrário do esperado, a empresa compareceu à reunião sem uma proposta definitiva de reajuste salarial.

Celso Lopes, diretor do Sindpd, conta que representantes da Cobra ainda tentaram adiar a reunião. "Tínhamos a expectativa de uma nova proposta. Porém, no dia da mesa, a empresa atrasou o início da reunião em quase duas horas. Quando começamos, quiseram suspender a negociação. Sob a alegação de impasses com o órgão regulamentador, a empresa não apresentou uma proposta definitiva", explica. Sem avanço na oferta econômica, a reunião seguiu com renovação de outras cláusulas.

Durante a 3ª rodada, realizada dia 27 de outubro, o reajuste de 4,5% foi rejeitado pela representação dos trabalhadores. O valor, além de não repor a inflação do período, corresponde à uma perda de quase 50%. Segundo Paulo Roberto de Oliveira, a morosidade na negociação e a falta de empenho da empresa em apresentar uma proposta digna levou à mobilização da categoria. "Os trabalhadores estão se organizando para poder conseguir conquistar o que reivindicaram", afirma o secretário de finanças do Sindpd.

A próxima reunião está agendada para o dia 23 de novembro (quarta-feira), em Brasília. No dia seguinte (24), trabalhadores irão participar de assembleias em todo o País. A expectativa é que a proposta apresentada pela empresa não atinja o índice aceitável pela categoria. Por isso, com o intuito de cumprir os prazos determinados em Lei, editais já foram publicados, e a paralisação está prevista a partir do dia 29 de novembro. "Os trabalhadores irão deliberar pela greve por prazo indeterminado, independente do que a empresa apresentar", explica Celso Lopes.

Fique por dentro

Clique aqui e acompanhe a cobertura completa da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017 da Cobra Tecnologia.

sábado, 19 de novembro de 2016

Antonio Neto aponta principais benefícios da regulamentação da profissão de TI

regulamentação da profissão de TI
via Sindpd

Em artigo publicado pela imprensa, o presidente do Sindpd, Antonio Neto, debateu os pontos positivos da regulamentação da profissão de TI. O dirigente apontou os benefícios que a regulamentação traria não apenas para os trabalhadores do setor, mas também para as empresas de tecnologia e para toda a sociedade.

O texto assinado por Neto foi publicado pelos principais portais de TI do País, incluindo Convergência Digital e ComputerWorld. No artigo, o presidente do Sindpd diz que, além de valorizar os profissionais da área, a regulamentação ajudaria a atrair talentos para o setor.

Leia a seguir a íntegra do artigo:

Regulamentação da profissão de TI: valorizar e atrair talentos

Antonio Neto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd) e da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

O setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) é um dos mais pujantes do País. Embora ainda esteja longe de atingir a sua maturidade e continue em plena evolução, esse segmento já representa uma parcela bastante significativa da riqueza nacional. Só no ano passado, a área de TIC movimentou mais de R$ 530 bilhões, o que representou quase 9% do PIB nacional no período.

Os números envolvendo os trabalhadores do segmento também comprovam a sua importância. São 1,2 milhão de profissionais, sendo que quase 450 mil estão dentro de empresas que têm como atividade principal a produção de tecnologia. O restante, mais de 750 mil profissionais, atua em companhias de outros segmentos, como no varejo, em bancos, hospitais e na indústria em geral. É uma prova contundente de que, nos tempos atuais, é impossível pensar em um único setor que não dependa da tecnologia para existir e poder ampliar a sua competitividade.

Diante deste cenário, é um grande contrassenso que ainda hoje estejamos lutando para garantir o básico a esse enorme contingente de trabalhadores: que a sua profissão seja regulamentada e reconhecida de fato e de direito. É impensável que uma categoria inteira, responsável por movimentar não apenas a área de TI, mas por criar ferramentas inovadoras e sistemas para todos os demais segmentos da economia, permaneça à margem, sem uma definição clara de seus direitos e deveres.

O debate sobre a regulamentação da profissão de TI se arrasta há quase 40 anos - desde pelo menos 1978 é uma bandeira da categoria. As diversas tentativas de levar esse tema adiante encontraram resistências, sobretudo pela forte pressão exercida pelo setor patronal. Com argumentos de que a regulamentação engessaria o setor de TI e criaria uma reserva de mercado, a área empresarial tem jogado duro para impedir que os trabalhadores conquistem o seu objetivo.

O que o segmento patronal insiste em não ver - ou pelo menos oculte de seu discurso oficial - é que a regulamentação beneficiaria não apenas os trabalhadores, mas traria ganhos diretos para as próprias empresas e para o setor de TI.

De um lado, os profissionais da área passariam a ter direitos e deveres claros, com a definição de critérios de formação profissional, preceitos éticos e garantias uniformes, sejam esses trabalhadores empregados de empresas de tecnologia ou funcionários de departamentos de TI de companhias de outras áreas, como bancos e hospitais. É o que ocorre hoje, por exemplo, com engenheiros, enfermeiros ou várias outras profissões que já foram regulamentadas no passado. Não importa onde atuem, os trabalhadores dessas áreas seguem as mesmas regras e têm direitos claros e bem definidos.

Para as empresas de TI, a regulamentação traria um ganho imediato:  a atratividade de talentos. Hoje, embora o próprio setor empresarial reconheça que exista um déficit de trabalhadores de TI no Brasil (fala-se em 200 mil empregados ou até mais), o que temos assistido é a fuga de bons profissionais para outras áreas ou o desinteresse de jovens em ingressarem na profissão. 

Os motivos dessa fuga de mão de obra, na nossa visão, são bastante claros. Muitos jovens com talento na área de exatas e com excelente desenvolvimento do raciocínio lógico - características essenciais para um bom profissional de TI - acabam escolhendo outras profissões ao vislumbrarem a falta de valorização que o trabalhador de tecnologia da informação enfrenta. Afinal, sem a regulamentação, empresas predadoras ainda veem espaço para canibalizar o mercado de trabalho e, com isso, criar um ambiente desmotivador para os profissionais da área.

Por fim, e tão importante quanto os benefícios para trabalhadores e empresas, a regulamentação também traria um viés positivo para a sociedade. Pergunte a qualquer cidadão se ele teria coragem de entregar sua vida ao se submeter a uma cirurgia sem um médico devidamente registrado ou a construir um edifício que não seja projetado por um engenheiro formado e qualificado. A resposta, certamente, será não.

Hoje, os profissionais de TI desenvolvem softwares e sistemas que são usados não apenas por médicos ou engenheiros civis, mas em praticamente tudo: de carros autônomos a sistemas de defesa nacional. Com a regulamentação, o trabalhador de TI terá preceitos éticos e ferramentas de controle, o que trará muito mais segurança e confiabilidade para a sua atividade em áreas sensíveis como as citadas.

Como vemos, está mais do que claro que a regulamentação da profissão de TI só trará ganhos para todos. Por isso, é mais do que necessário que estejamos unidos para atingir esse objetivo em defesa não apenas de uma categoria, mas de toda a sociedade.

Obama critica compartilhamento de notícias falsas no Facebook

Obama critica compartilhamento de notícias falsas no Facebook
via IDGNow

Agora foi a vez do presidente dos EUA, Barack Obama, se pronunciar sobre o compartilhamento de notícias falsas no Facebook após muita polêmica em torno do assunto desde a eleição do seu sucessor, Donald Trump, na última semana.

“Em uma época em que há tanta desinformação ativa e ela é muito bem empacotada e parece o mesmo quando você vê em uma página no Facebook ou liga sua TV. Se tudo parece igual e não são feitas distinções, então não saberemos o que proteger”, afirmou Obama, que deixará o cargo no final de 2016 após oito anos comandando o país.

Em seu pronunciamento sobre o assunto, realizado nesta semana na Alemanha, Obama ainda disse que “tudo é verdade e nada é verdade” em um mundo desse tipo.

“Uma explicação sobre a mudança climática feita por um fisicista ganhador do Prêmio Nobel aparece exatamente da mesma maneira na sua página no Facebook com uma negação da mudança climática feita por alguém da folha de pagamento dos irmãos Koch. E a capacidade de disseminar desinformação, teorias da conspiração malucas, para pintar a oposição de uma maneira extremamente negativa sem nenhuma réplica - isso acelerou de uma maneira que polarizam ainda mais o eleitorado e tornando muito difícil ter uma conversa em comum.”

Após as críticas recebidas nos últimos dias, o Facebook (e Google) decidiram banir a geração de receita pela sua rede de publicidade para sites publicam notícias falsas. No entanto, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, nega que essas notícias falsas publicadas na rede social possam ter decidido a eleição presidencial dos EUA a favor do republicano Donald Trump.

Após ação movida pelo Sindpd, ex-funcionário da Consoft recebe direitos trabalhistas

Após ação movida pelo Sindpd, ex-funcionário da Consoft recebe direitos trabalhistas
via Sindpd

Wanderley Pedroso, ex-funcionário da Consoft que prestava serviços para a Telefônica, descobriu que o processo trabalhista movido pelo Sindpd contra as duas empresas teve sentença favorável. Assim como Wanderley, outros seis trabalhadores da companhia ainda precisam procurar o Sindicato para receber os benefícios obtidos na ação judicial, cujo resultado saiu em 2013.

O trabalhador notou que tinha sido contemplado com a determinação judicial através de um Termo de Intimação Fiscal, entregue pela Receita Federal. "Recebi um Termo de Intimação Fiscal da Receita Federal dizendo que eu tinha ganho uma sentença judicial e não havia declarado o imposto sobre o valor. E a partir daí eu fui rastrear isso. Quando eu fui acertar minha situação lá na Receita, fiquei sabendo que havia um crédito para ser retirado no Sindpd", contou.

Há 25 anos na empresa, Pedroso ressaltou que naquele período não acompanhou o andamento do processo. "Na época eu nem acompanhei o caso porque não era sindicalizado, e achei que eles nem iam colocar meu nome, mas tive uma boa surpresa. O Sindicato incluiu meu nome e hoje, descobrindo isso, não tinha como não ficar feliz", completou. Wanderley comentou ainda que um dos colegas de trabalho que também teve problemas com a empresa faleceu sem receber nada, já que estava inserido em outro processo judicial cuja sentença ainda não saiu e não está ligado ao Sindicato.

Em análise, o Sindicato entendeu que deveria entrar com processo contra a Telefônica, já que os empregados da Consoft eram prestadores de serviços da operadora de telefonia. "Entramos com processo contra a Consoft e a Telefônica, que era tomadora do serviço, ou seja, se o contratante não paga, quem arca com as despesas é o responsável subsidiário. A sentença foi favorável, o juiz entendeu que era o correto a se fazer e no final quem pagou foi a Telefônica, já que a Consoft veio a falir", contou Marcia Coelho, advogada do Departamento Jurídico do Sindpd.

Segundo a advogada, a Telefônica recorreu com embargos alegando que esses empregados deveriam se habilitar no processo de falência da Consoft. "Conseguimos fazer com que eles pagassem. Foi o final feliz esse processo. A sentença foi favorável, o juiz entendeu que o correto a se fazer era a responsável subsidiária pagar", expôs.

Marcia Coelho destacou ainda que, no caso de Wanderley, o valor recebido era referente às multas descritas nos artigos 477 e 467 da CLT, além do FGTS que não havia sido depositado e as demais verbas rescisórias.

A determinação de que a Telefônica deveria pagar os valores aos quinze empregados saiu em 2013. De acordo com levantamento do Departamento Jurídico do Sindpd, seis trabalhadores ainda não receberam o valor da ação. "Nem todos os quinze eram sindicalizados, então perdemos o contato dessas pessoas, mas o Sindpd está tentando contato com cada um que precisa retirar os valores ganhos", comentou a advogada.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Inscrições abertas para a 20ª SindpdFest

Sindpd Inscrições abertas para a 20 SindpdFest


via Sindpd

A festa de lançamento da Campanha Salarial 2017 já tem data e local para acontecer - será dia 26 de novembro, no Clube Atlético Juventus. Após uma edição especial do Seminário de Pauta - sobre a Regulamentação da Profissão de TI -, os trabalhadores irão conhecer a pauta de reivindicações na 20ª SindpdFest.

Por mais qualidade de vida, o Sindpd lutará por 30 horas semanais sem redução de salários. Reajuste salarial com aumento real, plano médico e odontológico integrais e vale-alimentação também nortearão a luta em prol da categoria.

Nesta edição, a diversão está garantida com a participação de grandes nomes da música sertaneja: o cantor Luan Santana e a dupla João Bosco e Vinícius. E prepare os amuletos da sorte - o evento contará com sorteio de prêmios imperdíveis. Quem sabe você não é um dos felizardos?

A celebração é organizada para oferecer o melhor àqueles que estiveram lado a lado com o Sindicato em cada luta e conquista: você, associado. E como a felicidade só é completa quando compartilhada, cada participante terá direito a levar um acompanhante. Mas corra: as vagas são limitadas. Clique aqui e faça agora sua inscrição!

Informações

Data: 26 de novembro (sábado)
Horário: a partir das 20h
Local: Clube Atlético Juventus
Endereço: Rua Comendador Roberto Ugolini, 20 - Parque da Mooca, São Paulo

Amplan de Jundiaí renova acordo de trabalho em casa

Sindpd Amplan de Jundiaí renova acordo de trabalho em casa
via Sindpd

Os trabalhadores da Ambplan aprovaram a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho referente ao home office. De acordo com Abaitaguara do Amaral Gonçalves, o modelo de trabalho existe na empresa desde 2015. "A Ambplan não possui mais uma unidade em Jundiaí e por isso tem seus trabalhadores cumprindo sua jornada em casa", contou o diretor do Sindpd, que esteve à frente das negociações.

Para Ellen Aleixo, o trabalho home office foi uma excelente solução para a crise que a empresa enfrentou. "A gente começou isso na crise, porque tínhamos que buscar uma solução para tentar manter o máximo de empregados, e como a gente sabia que existia essa possibilidade de trabalho home office, resolvemos apostar". A funcionária contou também como os outros colegas tem se sentido motivados pelo sistema implantado na Ambplan. "Entramos com o acordo e os funcionários aderiram super bem, inclusive estão gostando tanto que se a empresa disser que eles vão voltar para o escritório, com certeza vai haver desmotivação. A empresa tem uma filial, e o pessoal que desenvolve essas atividades é aquele que não precisa estar dentro do escritório, então esse acordo é ótimo", argumentou.

O sistema de trabalho em casa é permitido através da Lei 12.551/2011, que garante ao trabalhador os mesmos direitos daqueles que cumprem jornada presencial. Além disso, a Convenção Coletiva de Trabalho do Sindpd determina em sua 28ª cláusula que as empresas façam o reembolso de despesas extras como, por exemplo, gastos com linha telefônica. "Solicitei a revisão dos valores de cada item da planilha de reembolso, visto que a vigência do acordo vai de 01 de novembro de 2016 até 31 de outubro de 2017 e os custos, principalmente de energia elétrica, podem ser alterados durante esse período. E a empresa atendeu à exigência do Sindpd", comentou Abaitaguara.

Loide Belchior, diretora que também acompanhou as negociações, ressaltou a importância de conscientizar a categoria a respeito dos seus direitos, além de esclarecer que a união entre sindicato e os profissionais de TI promove o fortalecimento da entidade que os representa.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Trabalhadores da Cobra poderão ajuizar ação para garantir o cumprimento do ACT 2015/2016

Trabalhadores da Cobra poderão ajuizar ação para garantir o cumprimento do ACT 2015/2016
via Sindpd

Representantes dos trabalhadores e da Cobra Tecnologia se reuniram, no último dia 19 de outubro, para tratar sobre as pendências referentes ao Acordo Coletivo de Trabalho 2015/2016. Realizada em Brasília, a reunião abordou temas como o pagamento da diferença do Vale Cultura, a compensação das horas de greve e a revisão da Cláusula 49ª - que dispõe sobre as normas administrativas da empresa.

A atualização da Cláusula 49ª do Acordo Coletivo de Trabalho - que dispõe sobre as normas administrativas e os procedimentos internos da companhia - foi o único tópico em pauta que terminou sem resolução. O item determina a revisão de valores com correção baseada no índice total de reajuste concedido. A disposição abrange, entre outros, a Parcela Mensal para Utilização de Veículo Próprio (PMUVP). Conforme conta Celso Lopes, a atualização dos valores tem sido constantemente negada pela empresa. Uma vez esgotadas todas as possibilidades de negociação, a discussão partirá para o âmbito jurídico. "Há pelo menos quatro anos nós estamos lutando em relação a isso. Com a negativa oficial da empresa, feita em ata, o próximo passo é que cada estado ajuíze uma ação na Justiça para garantir o cumprimento da cláusula 49ª", defendeu o diretor do Sindpd.

Questão recorrente nas mesas de negociação desde a assinatura do ACT 2015/2016, a compensação das horas de greve obteve um desfecho satisfatório. Com o objetivo de facilitar a reparação e diminuir o impacto para os trabalhadores, estabeleceu-se a utilização dos abonos para equiparação das horas devidas. Para os funcionários que não repararam as horas de greve até o prazo estipulado, permitiu-se o parcelamento dos valores em débito, em até duas vezes, com o primeiro pagamento previsto para novembro de 2016.

Outra conquista alcançada na reunião foi o acesso às listas de compensação. Até o dia 15 de novembro será disponibilizada uma lista para verificação das horas compensadas por cada funcionário. A medida tem como objetivo corrigir discrepâncias e evitar o desconto indevido.

A reivindicação dos trabalhadores em relação ao Vale Cultura foi atendida. Como resultado, a empresa deverá realizar o pagamento do benefício referente aos meses de outubro e novembro de 2014, e dezembro de 2015 até o dia 30 de novembro de 2016.

Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017

Iniciada em setembro, a negociação do ACT 2016/2017 obteve avanços na última quinta-feira (20). Realizada em Goiânia, a 2º rodada contou com a participação dos diretores do Sindpd José Hamilton Brandão e Celso Lopes.

Na ocasião, a empresa propôs a implementação do PCCS (Plano de Carreiras, Cargos e Salários) em substituição ao reajuste salarial - sugerindo a adoção do PCCS como índice de correção. Segundo Celso Lopes, a manobra é prejudicial à categoria. "Apenas alguns trabalhadores teriam um significativo aumento de salário, enquanto a imensa maioria, que são os técnicos, teria no máximo 3%", justifica.

Além disso, a adoção do Plano de Carreiras como índice é incoerente, uma vez que a medida já está autorizada e precisa ser colocada em prática de qualquer maneira, explica o diretor. Com a substituição rejeitada pela representação dos trabalhadores, a companhia propôs reajustar os salários em 4% mais abono de R$ 500,00. Considerado insuficiente, o índice mantém-se em negociação.

Na última quarta-feira (26), cento e cinquenta trabalhadores se reuniram em São Paulo para analisar a proposta da empresa. Rejeitada em assembleia, a oferta deve ser reapresentada em breve. A última rodada de negociação aconteceu nesta quinta-feira (27), em Brasília. 

Acompanhe

Com o objetivo de preservar os direitos consolidados e defender os interesses dos trabalhadores da Cobra Tecnologia, a Feittinf e a Fenadados negociam conjuntamente a renovação do Acordo Coletivo 2016/2017. Voltada à proteção e à organização da categoria, a atuação conjunta garante o fortalecimento do Acordo Coletivo. A primeira rodada de negociação aconteceu no dia 30 de setembro, na sede da Fenadados, em Brasília.

Pela primeira vez, Scientia firma acordo de PLR

Sindpd Scientia firma acordo de PLR
via Sindpd

A Scientia firmou acordo de Participação nos Lucros e/ou Resultados pela primeira vez. Durante a reunião que aconteceu na sede da empresa, os trabalhadores conheceram a proposta do benefício, que prevê pagamento da primeira parcela em 05 de novembro de 2016 e quitação em 05 de julho de 2017.

Jardel Marceno, funcionária contemplada pelo programa, acredita que o acordo seja fundamental para empresa e empregados. "O programa de participação nos resultados é vital para que empresa e colaborador caminhem juntos e motivados na busca pelos resultados", comentou. Para Marcel Martins, a PLR significa coletividade. "A PLR representa a formalização de uma parceria que já existe na empresa, e o Sindpd atuou de forma independente, representando a coletividade dos empregados, sendo um agente fundamental para que o processo fosse concretizado", argumentou o empregado.

De acordo com Paulo César de Almeida e Edison Galli, que acompanharam as negociações junta à empresa, o primeiro contato com os trabalhadores foi satisfatório, uma vez que todos puderam escutar as vantagens de se unir com o Sindicato em prol das lutas.