quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Trabalhadores da Prodam aprovam Projeto Piloto de Teletrabalho

Sindpd Trabalhadores da Prodam aprovam Projeto Piloto de Teletrabalho
via Sindpd

Em assembleia realizada no dia 21 de outubro, os funcionários da Prodam aprovaram o Projeto Piloto de Teletrabalho proposto pela empresa. Por enquanto, quinze funcionários vão participar.

O modelo de trabalho em casa, comum em algumas empresas, consta na cláusula 28ª da Convenção Coletiva de Trabalho do Sindpd e é regido também pela Lei 12.551/2011, que determina que as atividades realizadas pelos empregados em casa não se distinguem do trabalho no estabelecimento da empresa.

Para Mauricio da Rocha Pereira, o projeto é um benefício. "Olha, existem muitos trabalhadores que têm interesse em trabalhar em casa, seja porque têm filhos, dificuldade de locomoção ou até mesmo porque têm melhor concentração, e isso é um benefício. Mas o fundamental para a empresa é que o trabalho dele possa ser realizado em casa, que não haja necessidade da presença física do trabalhador, como contato com o público", disse o funcionário da Prodam.

É a primeira vez que a companhia adere ao sistema de teletrabalho. De acordo com Edison Galli, a previsão é de que o acordo entrará em vigência ainda esse ano. "Uma equipe de 7 pessoas estará acompanhando e avaliando o projeto. Esperamos que passe de Projeto Piloto para definitivo, pois a receptividade por parte dos empregados foi excelente", argumentou o diretor.

Trabalhadores da ACSN recebem benefício de PLR pela segunda vez

Sindpd Trabalhadores da ACSN recebem benefício de PLR pela segunda vez
via Sindpd

No dia 21, a ACSN Desenvolvimento de Software do Brasil apresentou a proposta de Participação nos Lucros e/ ou Resultados.

Durante a assembleia, os funcionários aprovaram o acordo referente a 2016. Essa é a segunda vez que a empresa adere ao programa, que está previsto na Convenção Coletiva de Trabalho do Sindpd. Na visão de Pamela Almeida, funcionária da ACSN há seis anos, o Sindicato tem contribuído na conquista de benefícios além da PLR. "É bom porque eles trazem benefícios para o funcionário, e na questão do PLR a gente vê que eles estão correndo atrás", comentou.

"O crescimento da empresa também é fruto do trabalho em equipe. Os trabalhadores receberam bem o Sindpd, e houve aprovação por unanimidade", analisou o diretor Antonio Randolfo, que mediou as negociações. Randolfo afirmou que a empresa fará o pagamento do acordo no dia 25 de março de 2017.

sábado, 15 de outubro de 2016

"Regulamentar significa passar a existir de fato e de direito como profissional", afirma Antonio Neto

Regulamentar significa passar a existir de fato e de direito como profissional Sindpd Antonio Neto
via Sindpd

Teve início, na manhã desta quinta-feira (13), o Seminário de Pauta - Regulamentação da Profissão de TI. De acordo com o presidente do Sindicato, Antonio Neto, a ideia é promover um amplo debate sobre a regulamentação e abrir espaço para as mais diversas argumentações, seja elas favoráveis ou contrárias à medida. "Vamos ouvir as vantagens e desvantagens de uma profissão regulamentada, cuja luta foi forte na década de 80 e depois perdeu força", justificou Neto. Segundo o dirigente, a discussão acerca da normatização visa contemplar todas as demandas de profissionais de TI - não apenas em nível superior e técnico, mas também o profissional que não possui especialização, mas que já está consolidado na área de tecnologia da informação.

Segundo o presidente, a regulamentação oferece estatuto legal a uma profissão, estabelece as competências e habilidades que o profissional deve ter, promove a valorização profissional e gera reconhecimento social e jurídico da categoria. "Regulamentar significa que o Estado irá reconhecer a existência e, portanto, dar uma identidade jurídica e pública ao exercício da profissão. Representa passar a existir de fato e de direito como profissional", reafirmou.

Antonio Neto explicou ainda que a ausência de uma regulamentação abre espaço para empresas predadoras, que disseminam a pejotização e a consequente precarização do trabalho de TI. Com isso, o sentimento crescente entre os trabalhadores hoje é de desvalorização. É um cenário que colabora para a fuga de talentos para outros setores da economia. Sem uma regulamentação que garanta os critérios mínimos de direitos e deveres do profissional de TI, diz Neto, esse grande contingente de trabalhadores acaba sendo enquadrado em outras áreas, o que, quase sempre, representa benefícios menores. Segundo o dirigente, estabelecer normas que regulam a profissão irá abrir caminho para a disseminação de direitos consolidados, tais como jornada de 40 horas semanais, hora extra de 100%, auxílio creche e estabilidade no emprego, assegurados na Convenção Coletiva do Sindpd. Além de difundir os benefícios já conquistados, a regulamentação fortalece a luta pelas bandeiras defendidas pelo Sindpd na Campanha Salarial 2017, tais como 30 horas de jornada de trabalho, plano médico e odontológico integrais e vale-alimentação para toda a categoria.

O déficit de profissionais na área de tecnologia da informação é outro problema trazido pela falta de normatização. "Embora se anuncie constantemente que o setor tem vagas, está diminuindo o número de estudantes nos cursos de TI. Isso se dá porque o profissional estuda quatro anos, precisa ter diversas certificações, um segundo idioma, manter-se atualizado, e tudo isso para ganhar menos do que servente de pedreiro, ter problemas de saúde e não ser valorizado. Regulamentar é dar ao profissional o respeito, a dignidade e a garantia de seus direitos", ratifica Antonio Neto.

Luta histórica

A busca pela regulamentação faz parte de uma luta histórica, defendida pelo Sindpd desde 1978. Antes mesmo da criação dos sindicatos, em 1984, o tema já era debatido no Congresso. Antonio Neto relembrou o primeiro projeto favorável à regulamentação, apresentado pelo então deputado Israel Dias Novaes em 1979. Dois anos depois, em 1981, o projeto foi substituído por outro, de criação de Victor Faccioni. A proposta seguiu para Senado Federal em 1990, sob a responsabilidade do senador Cid Sabóia de Carvalho, do PMDB-CE. "Fizemos um trabalho bom dentro do Senado e colocamos 53 senadores em plenário para votar", relembrou Neto. Por propor remunerações indexadas ao salário mínimo, o projeto foi retirado do Congresso por Eduardo Suplicy sob a justificativa de ser inconstitucional.

Na década de 1990, com o estado mínimo e sindicato zero - ideais apoiados pelo neoliberalismo -, havia uma crescente campanha contra as regulamentações. "Isso vem até hoje. O Congresso pesa contra regulamentações, bom exemplo é a profissão dos jornalistas, que ficou decidido que não é necessário diploma para exercício da profissão", contou Neto.

Após a descoberta de que é prerrogativa do Executivo fazer a regulação dos conselhos estaduais e federais, a batalha constante do Sindpd pela valorização da profissão culminou em um encontro em junho desse ano com o presidente Michel Temer, no qual o Sindicato se comprometeu a produzir a minuta de um projeto de lei sobre o tema. "Nós seguimos o preceito de Henri Lacordaire - entre o fraco e o forte, entre o rico e pobre, entre o patrão e o empregado, a liberdade escraviza e a lei liberta. Com esse preceito na cabeça, nós fortalecemos nossa luta, e por isso continuamos batalhando pela regulamentação", defendeu Antonio Neto.

Repercussão nacional

Com o objetivo de eliminar barreiras e disseminar a discussão pelo País, o evento conta com a cobertura ao vivo do portal Convergência Digital. "A partir do momento que fazemos uma discussão nacional, é preciso ampliar e sair dessa sala, levar o debate para o Brasil inteiro", explicou o presidente do Sindpd. Representantes dos estados de Santa Catarina, Paraná, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso, Rondônia, Bahia, Rio Grande do Norte e São Paulo também participam do Seminário.

O tema da regulamentação é apoiado por deputados como Baleia Rossi (PMDB-SP), que enviou um vídeo apoiando a iniciativa. "A todos os companheiros do Sindicato, quero colocar meu gabinete na Câmara à disposição de todos vocês. Pela valorização da profissão de TI, vocês terão um deputado comprometido com vocês", afirmou o deputado.

Feittinf recebe certidão sindical de abrangência nacional do Ministério do Trabalho

Feittinf recebe certidão sindical de abrangência nacional do Ministério do Trabalho
via Sindpd

Ao final do primeiro dia do Seminário de Pauta 2016, que acontece nesta quinta (13) e sexta-feira (14), Antonio Neto recebeu das mãos do representante do Ministério do Trabalho em São Paulo, Eduardo Anastasi, a certidão sindical de abrangência nacional da Feittinf (Federação Interestadual dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação).

Com a conquista, a entidade, que possuía representatividade interestadual, foi reconhecida oficialmente pelo Ministério do Trabalho para representar a categoria em âmbito nacional. Segundo Antonio Neto, que também é presidente da Federação, a decisão fortalece a representação da entidade e oferece instrumentos para consolidar o poder de organização em defesa dos trabalhadores.

Diálogo em favor da classe operária

Ao expor as mudanças que afetam diretamente a classe operária, Anastasi afirmou que a questão é complexa, mas que não considera, de maneira alguma, a retirada de direitos. O superintendente reafirmou a necessidade do diálogo na criação ou na alteração de medidas. "O que ofertamos é uma posição democrática e disposta a ouvir e criar ambiente de pacificação. Iremos abrir um debate saudável, uma discussão em que o governo e os trabalhadores possam chegar a um clima de entendimento e reconhecimento mútuo", assegurou o representante da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo (SRTE/SP).

Antonio Neto destacou o fortalecimento do Ministério do Trabalho como forma de garantir os avanços para a classe operária. "Não tem nada mais moderno no mundo do que proteger o trabalhador e os seus direitos. O Ministério do Trabalho é o verdadeiro parceiro da classe sindical, e por isso somos companheiros nessa luta em defesa dos trabalhadores", defendeu o presidente do Sindpd.

Para Eduardo Anastasi, a autonomia do trabalhador e o prestígio das entidades sindicais devem dar a tônica ao processo de mudanças. "Gostaria de convidar a todos para o diálogo, para o pensamento criativo e para a inovação. Tenho a convicção de que percorreremos um belo caminho juntos", finalizou.

Acompanhe ao vivo

Ao longo do primeiro dia de Seminário, a transmissão realizada pelo portal Convergência Digital obteve quase 32 mil visualizações. Por meio da plataforma digital, usuários enviaram perguntas que foram respondidas ao vivo pelos palestrantes. O debate, que teve início na manhã desta quinta-feira (13), continuará ao longo da próxima sexta-feira (14).

Continue acompanhando a cobertura do Seminário Regulamentação da Profissão de TI. As palestras serão disponibilizadas na íntegra no site do Sindpd.

"Regulamentar vai melhorar a qualidade de profissionais e produtos de TI", diz professor Sidnei Feliciano

Sindpd Regulamentar vai melhorar a qualidade de profissionais e produtos de TI professor Sidnei Feliciano
via Sindpd


"Nossa atividade não é trivial, ela exige responsabilidade e estamos dispostos a assumir essa responsabilidade". Com essa afirmação, o professor Sidnei Feliciano, mestre em ciências da computação (UFSC) e doutor em administração (UFRGS), abriu o segundo dia de debates do Seminário de Regulamentação da Profissão de TI, promovido pelo Sindpd.

Feliciano, que também atua como analista do Tribunal de Justiça de Rondônia, defendeu a importância da regulamentação como forma de valorizar o profissional de TI, mas também destacou que o regramento traria uma proteção maior à própria sociedade.

"As pessoas acham que desenvolver sistemas - não apenas softwares, mas hardware, telemática, robótica - é algo muito trivial. Não é uma atividade trivial, é um trabalho que diz respeito a questões relacionadas à vida", salientou o palestrante.

Para exemplificar as atividades de risco em que os profissionais de TI estão envolvidos, ele citou uma série de exemplos, incluindo o desenvolvimento de carros autônomos (sem motoristas), a produção de smartphones com falhas que explodiram recentemente e até mesmo de sistemas informatizados utilizados por empreiteiras para a gestão do pagamento de propinas, como foi o caso da Odebrecht, de acordo com denúncias da Operação Lava-Jato.

"Trabalhamos com uma atividade que exige responsabilidade e precisamos afirmar que estamos dispostos a assumir essa responsabilidade", salientou o professor. Para ele, a regulamentação da profissão ajudaria a estabelecer critérios para essa responsabilidade, incluindo preceitos éticos definidos em um conselho específico para a categoria.

Argumento desmontado

Durante a palestra, Feliciano apresentou também uma série de argumentos colhidos por ele em debates sobre a regulamentação de TI em fóruns da internet. Um deles, citado com freqüência pelos que são contra a regulamentação, é o de que isso tolheria o surgimento de "mentes brilhantes", como é o caso do fundador da Microsoft, Bill Gates. 

O professor chamou esse argumento de "simplista". "O próprio Bill Gates, quando fundou a Microsoft, não desenvolveu o software. A história nos mostra que ele comprou o programa por 50 dólares e o vendeu. É uma posição muito simplista utilizar esse argumento no debate", destacou.

No primeiro dia do Seminário, na quinta-feira (13), esse mesmo argumento de que a regulamentação impediria o surgimento de "mentes brilhantes" no setor já havia sido desmontado por outros debatedores. 

Na ocasião, o presidente do Sindpd, Antonio Neto, havia ressaltado que o surgimento desses profissionais, que são "exceções" no mercado, continuará ocorrendo. Para ele, a regulamentação tem o objetivo de proteger os profissionais em geral, aqueles que atuam no dia a dia dentro das empresas, e não essas exceções.

Melhoria de qualidade

Outro argumento muito utilizado pelos contrários à regulamentação envolve o aumento de custos que isso poderia trazer para o setor. Para alguns, a regulamentação poderia elevar as despesas das companhias, o que ocasionaria uma fuga de empresas até para mercados de países vizinhos, como a Argentina.

Para o especialista, no entanto, a regulamentação elevaria o nível dos profissionais da área, o que, por consequência, ampliaria a qualidade dos produtos comercializados pelas empresas de TI. Essa melhora generalizada do setor seria suficiente para proteger o mercado nacional de TI da concorrência externa.

"A regulamentação vai exigir uma qualificação melhor do trabalhador e, com isso, uma capacidade de oferecer ao mercado produtos com maior qualidade", salientou Feliciano. 

Números da regulamentação 

Reconhecendo a falta de estudos aprofundados sobre o tema, o professor também apresentou os resultados de uma enquete realizada por ele com profissionais de TI. De 80 trabalhadores que foram ouvidos, quase 70% declararam ser favoráveis à regulamentação. 

Apesar do número elevado de apoiadores, a enquete também mostrou que mais da metade dos consultados demonstraram desconhecer detalhes do debate sobre a regulamentação. "Isso mostra que precisamos ampliar essa discussão, por isso também é muito importante esse espaço aberto pelo Sindicato para discutir o tema", completou Sidnei Feliciano.

Repercussão nacional

Durante cerca de uma hora, o palestrante falou de forma didática sobre os benefícios que a regulamentação poderá trazer para a categoria e respondeu a uma série de perguntas feitas pelos trabalhadores de TI por meio da transmissão ao vivo do evento pelo site do Sindpd e pelo portal Convergência Digital. 

O primeiro dia do Seminário de Regulamentação da Profissão de TI, na quinta-feira (13), obteve quase 32 mil visualizações de internautas por meio da transmissão em tempo real, que continua durante toda esta sexta-feira (14). 

O evento faz parte do Seminário de Pauta do Sindpd, que abre os debates sobre a Campanha Salarial de 2017. Neste ano, as principais bandeiras do Sindicato em defesa do trabalhador são a redução da jornada de trabalho para 30 horas, o pagamento integral de planos médicos e odontológico, além da garantia do vale-alimentação em conjunto com o vale-refeição.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Seminário de Regulamentação da Profissão de TI será transmitido ao vivo

Seminário de Regulamentação da Profissão de TI Sindpd
via Sindpd

O Seminário de Regulamentação da Profissão de TI, que será realizado pelo Sindpd nas próximas quinta e sexta-feira (13 e 14 de outubro), será transmitido em tempo real pelo site do Sindicato. É uma grande oportunidade para que todos os trabalhadores possam acompanhar esse importante debate que interessa para toda a categoria.

O evento terá a participação de representantes dos mais diversos segmentos ligados à área de tecnologia da informação, como entidades patronais, integrantes da área acadêmica e profissionais do setor (veja abaixo a programação completa). O debate faz parte do Seminário de Pauta 2016, evento anual que analisa as reivindicações da categoria e norteia os debates da Campanha Salarial.

Os trabalhadores de TI também foram convidados a participar do seminário. As inscrições se encerraram no último dia 3. Como não seria possível garantir vagas para todos os interessados, e também para democratizar ainda mais a discussão, todo o evento será transmitido ao vivo.

A transmissão ocorrerá tanto pelo site do Sindicato como também pelo portal Convergência Digital, onde os trabalhadores poderão enviar perguntas por meio de um sistema em tempo real. As questões serão remetidas diretamente aos debatedores, dando a oportunidade para que todos os trabalhadores de TI possam tirar as suas dúvidas sobre a regulamentação.

Luta antiga

A busca pela regulamentação faz parte de uma luta histórica, defendida pelo Sindpd desde 1978. Esta batalha culminou em um encontro em junho desse ano com o presidente Michel Temer. Como resultado da reunião, o Sindpd se comprometeu a produzir a minuta de um projeto de lei sobre o tema.

Com a realização do Seminário, o Sindicato pretende ouvir a opinião de diversos segmentos, analisar os prós e contras, debater as diferentes visões e dar voz aos trabalhadores. Desta maneira, o texto do projeto vai contemplar todas as demandas dos profissionais.

A iniciativa de regulamentar a profissão de TI supre a necessidade de especialização que a área exige, evita a atuação de empresas predadoras e põe fim à pulverização da categoria - valorizando o profissional, fortalecendo a organização dos trabalhadores e encerrando o processo de precarização da classe.

Com a regulamentação, os avanços já conquistados para os trabalhadores que operam dentro das empresas de TI - tais como a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, exigência de pagamento de vale-refeição e obrigatoriedade de acordos de PLR - estarão garantidos também aos profissionais que desempenham atividades em ramos distintos do mercado. É o caso de técnicos, analistas e programadores que atuam em indústrias e no comércio.

Veja a programação completa do seminário:

Dia 13.10.2016 - QUINTA-FEIRA

8:00 - Credenciamento

9:00 - Antonio Neto - presidente do Sindpd
Tema: Regulamentação - valorizar para atrair talentos.

10:00 - Gerino Xavier - secretário-geral da FENAINFO
Tema: Regulamentação da profissão de TI.

11:00 - Denise Quaresma
Tema: Estresse profissional, gênero e trabalhadores de tecnologia de informações: Uma revisão sistemática.

12:30 - Almoço

14:30 - Thales Marçal Vieira - Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC)

16:00 - Intervalo para café

16:30 - Eng. Orlando Zardo - docente de engenharia, assessor da Comissão de Ensino e Atribuição Profissional (Ceap)
Tema: A importância das profissões regulamentadas.

17:30 - Eduardo Anastasi - superintendente da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE/SP)

18:30 - Encerramento

DIA 14.10.2016 - SEXTA-FEIRA

9:00 - Prof. Sidnei Roberto - docente de TI, analista do TJ de Rondônia
Tema: Atribuições profissionais com a regulamentação da profissão de Tecnologia da Informação.

10:00 - Prof. Flávio Morgado - Sistemas de Informação da PUC-SP
Tema: Regulamentação profissional a partir da formação.

11:00 - Luigi Nese - presidente do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Seprosp)
Tema: O mercado de trabalho de TI.

12:00 - Almoço

14:00 - Manoel Antônio dos Santos - diretor jurídico da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES)
Tema: Cronologia da legislação de software no Brasil.

15:00 - Ligia de Paula Souza - presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado de São Paulo (SATED-SP)
Tema: A regulamentação da profissão dos artistas, seus prós e contras.

16:00 - Intervalo para café

16:30 - Sérgio Paulo Gallindo - presidente da Associação Brasileira das Empresas de TI (Brasscom)
Tema: O trabalho na era do conhecimento.

18:00 -  Encerramento

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Na HTTS do Brasil, PLR beneficia 930 trabalhadores

Sindpd HTTS do Brasil PLR beneficia 930 trabalhadores
via Sindpd

No último dia 6, a HTTS do Brasil Serviços Tecnológicos apresentou proposta de Participação nos Lucros e/ou Resultados aos trabalhadores durante assembleia realizada na sede da empresa, em Campinas. Novecentos e trinta funcionários aprovaram o acordo, que terá pagamento liberado em 31 de outubro de 2016.

Ana Carolina Morais, funcionária da HTTS do Brasil, comentou sobre a importância que a PLR tem para ela. "Por ser um dinheiro que a gente não espera, eu encaro como algo que vem para ajudar. E isso é ótimo, indiferente do valor".

Loide Belchior e Ismael Antonio de Souza, diretores do Sindpd que também mediaram as negociações, ressaltaram que o processo de implantação do PLR na empresa aconteceu em 2013 e desde então a renovação tem sido tranquila.